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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

O Quarto da Porta de aço #1

Galera, estou lendo um livro muito bom chamada Metamorfose: A Furia dos Lobisomens. E esse é um conto que me animou muito...espero que gostem ^^ (Creditos no fim do post)


Geraldo tinha uma rotina da qual se orgulhava: Chegava do trabalho exatamente as 18 horas, tomava seu banho que durava exatamente 15 minutos e preparava seu jantar que, geralmente, não lhe tomava mais que uma hora.
Pode parecer chato para a grande maioria das pessoas, mas Geraldo gostava dessa rotina. Mantê-la lhe dava grande prazer. Era o que lhe dava uma impressão de vida normal.
Ele gostava de pensar assim. Talvez, se continuasse a pensar desta forma, esqueceria o real motivo que o mantinha ali, encarcerado dentro de sua própria vida.
Carne.
Não pense que Geraldo era um vegetariano recém convertido e se preocupava em ficar longe de uma suculenta carne vermelha. Pelo menos...não carne animal.O Martírio de Geraldo estava nas noites de lua cheia. Todos os outros dias eram um ritual de preparação para aquelas interminaveis noites que a lua brilhava inteira no céu.
Ele se tornou vítima da maldição quando acampava na serra da mantiqueira com alguns amigos. Ele fora mordido por um lobo e, desde então, mantém uma disciplina que tem como único intuito, não atacar seres humanos. O desejo era incontrolável, por isso, preparou um cômodo especial em sua casa para ficar as noites em que se tornava lobisomem. Um quarto de quatro metros quadrados sem janela. A porta era feita de aço e totalmente revestida de prata. Ele não tinha total consciencia de quando estava transformado, mas podia se lembrar da dor que sentia só de tocar na porta.
Nas noites de lua cheia, ele se trancava dentro do pequeno comodo e aguardava. Apenas aguardava. Quando uma dor lancinante parecia rasgar suas entranhas, ele sabia que havia começado. Não se lembrava do que vinha a seguir. Seus osso atingiam proporções maiores que as normais. Os pelos tornavam conta do seu corpo. Os caninos apareciam.
Começava então a autoflagelação. A fera se jogava insistentemente contra as paredes na inútil tentativa de sair à caça.
A fúria só cessava quando já estava amanhecendo.
Era incessante e praticamente durante toda a noite.
O fato de nunca ter devorado um humano era motivo de orgulho para ele, pois sentia que a fera ainda não havia tomado o controle. Antes da adaptação do quarto, ele era obrigado a se isolar na mata e torcer para nenhum desavisado cruzasse seu caminho. Deu certo enquanto precisou.
Mas agora havia um fator que colocava toda sua rotina em perigo. Um fator que por si só ja lhe trazia um risco enorme. E não só pra ele...Pra ela também...
Sim, Geraldo estava apaixonado. Pela primeira vez em sua vida ele estava apaixonado perdidamente.

(CONTINUA)

Autor - Alex Mir

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

As Flores da Morte


Conta-se que uma moça estava muito doente e teve que ser internada em um hospital. Desenganada pelos médicos, a família não queria que a moça soubesse que iria morrer. Todos seus amigos já sabiam. Menos ela. E para todo mundo que ela perguntava se ia morrer, a afirmação era negada.
Depois de muito receber visitas, ela pediu durante uma oração que lhe enviassem flores. Queria rosas brancas se fosse voltar para casa, rosas amarelas se fosse ficar mais um tempo no hospital e estivesse em estado grave, e rosas vermelhas se estivesse próxima sua morte.
Certa hora, bate a porta de seu quarto uma mulher e entrega a mãe da moça um maço de rosas vermelhas murchas e sem vida. A mulher se identifica como "mãe da Berenice". Nesse meio de tempo, a moça que estava dormindo acordou, e a mãe avisou pra ela que a mulher havia deixado o buquê de rosas, sem saber do pedido da filha feito em oração.
Ela ficou com uma cara de espanto quando foi informada pela mãe que quem havia trazido as rosas era a mãe da Berenice. A única coisa que a moça conseguiu responder era que a mãe da Berenice estava morta há 10 anos.
A moça morreu naquela mesma noite. No hospital ninguém viu a tal mulher entrando ou saindo.



segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Pesadelos



Minha tataravó morreu em uma manhã cinza de inverno. Havia algum tempo ela vinha reclamando de dores no peito, mas o médico pouco pode fazer para ajudá-la. A medicina naquela época ainda era muito precária, as pessoas tinham que confiar somente no olho clinico do médico. Fizeram o velório ali em sua casa como era de costume e a enterraram antes do anoitecer.

Meu tataravô desolado voltou para sua casa, a morte levara sua parceira de tantos anos e agora ele seria um solitário já que os filhos eram adultos, casados e cada um tinha sua própria vida. Já era de noite quando ele estava na cozinha, iluminada somente por um lampião e algumas velas acesas na mesa de jantar, tentando fazer algo para comer no fogão a lenha quando escutou minha tataravó chorando no quarto e chamando seu nome. Era um choro misturado com gemidos de medo e quando ela chamava seu nome ela gritava “Emiro, me ajuda”, e mais choro. Ele ficou petrificado no lugar por alguns minutos até que criou coragem, pegou o lampião e foi andando de vagar até o quarto.

A medida que ele ia se aproximando do quarto o choro diminuía e quando ele chegou lá o choro parou completamente. Iluminou o quarto vazio e se assustou ao ver que a cama estava bagunçada, mas ele tinha certeza de que estava arrumada antes de ir para o enterro. Quando ele virou de costas para voltar a cozinha o choro começou de novo. Ele colocou a mão com o lampião para dentro quarto, mas pouco pode ver, pois a luz era muito fraca para iluminar todo o ambiente. Foi andando de vagar em direção a cama, passo a passo tentando ver algo. A primeira coisa que viu foram as pernas da minha tataravó, estavam cinza e se contorciam na cama. Meu tataravô teve vontade de iluminar o resto do corpo, mas o medo falou mais alto e ele saiu correndo em direção a cozinha e a voz chorosa que dizia “Emiro, me ajuda” foi silenciando até calar-se.

Ele saiu da casa e ficou na varando por horas, sentado em sua cadeira e fumando seu cachimbo. Nervoso e aterrorizado com os acontecimentos. Não tinha coragem de voltar para dentro da casa e tampouco podia ir para a casa de um dos filhos porque eles moravam longe. Acabou pegando no sono já em alta madrugada.

O pesadelo que se seguiu foi horrível. Minha tataravó estava viva dentro do caixão, arranhando a tampa tentando cavar uma saída enquanto suas unhas se desprendiam da carne e sua boca buscava o ar que ali já não existia mais. Pouco a pouco ela foi perdendo as forças até que seus olhos se arregalaram e seu corpo deixou de buscar oxigênio.

Ele acordou na varanda sufocando como se ele mesmo estivesse dentro do caixão. Desesperado, o pobre rolava no chão em busca do ar que aos poucos foi lhe voltando. Quando estava mais calmo e controlado decidiu ir até a casa de um de seus filhos e contar o ocorrido. Foi até a casa do meu tio-avô Ramiro que o acalmou dizendo que eram somente sonhos e que ele estava impressionado por causa de sua recente perda.

Não satisfeito, ele foi até o delegado da cidade e pediu a exumação do corpo que lhe foi automaticamente negada por não haver nenhuma razão convincente além de uma visão ou pesadelo como todos acreditavam.

Nos próximos dias ele teve o mesmo pesadelo e cada vez parecia ser mais real. E todos os dias ele voltava à delegacia para pedir a exumação do corpo que lhe foi negada até o dia em que chorando de desespero na frente do delegado, este lhe concedeu o pedido. Quando abriram o caixão todos gritaram de terror, tudo estava como meu tataravô tinha sonhado. A tampa do caixão arranhada, minha tataravó sem unhas, com a boca e os olhos escancarados.

Via - http://www.contosehistoriasdeterror.com/

sábado, 28 de setembro de 2013

Nunca vire as costas para mim

Eu vivo em um apartamento em uma cidade moderadamente grande. Moro no último andar de um prédio de 5 andares, e meu apartamento é um dormitório com uma enorme sala de estar com grandes janelas em direção a rua e ao prédio do outro lado. Aquele prédio tem um pequeno estacionamento na frente, por isso ele não muito próximo a minha janela (o que é bom, já que eu gosto de ter minha privacidade).



Sendo uma coruja da noite, gosto muito de ficar acordado até tarde da madrugada com meu notebook. Às vezes, eu espreito pela janela do prédio em frente, à procura de janelas iluminadas, perguntando se alguém por lá também era tão coruja quanto eu. No entanto, ontem à noite, eu queria não ter feito isso.


Tenho o costume de me sentar com meu notebook em frente as janelas. Ao longo das ultimas noites que passaram, eu conseguia enxergar pelo canto de meu olho uma janela escassamente iluminada no prédio do outro lado, e dentro dela, algum tipo de movimentação constante. Ontem à noite, minha curiosidade ultrapassou meu bom-senso, então desliguei meu notebook e fui direto a janela para conferir o que se passava lá. Certamente, eu pude ver alguém acenando para mim, mas apenas isso. A janela estava mal iluminado, mas eu podia definitivamente ver algum movimento. Pensei sobre isso por um segundo, e então fui buscar um par de binóculos. Depois de uma pequena procura, encontrei um par e voltei para a janela para dar uma olhada melhor na misteriosa janela.


Ao localizar a janela, pude dar uma melhor olhada no que se passava por lá. Parecia ser uma pessoa, iluminada por uma vela. Eu não consegui ver o rosto da pessoa, mas vi que ele estava acenando. Para mim, aparentemente, porque depois que eu consegui olhar pra ele com meus binóculos, ele parou de acenar por um segundo e, em seguida, apontou para mim. Eu senti um calafrio descer a minha espinha.


Isso foi muito assustador.


Ele apontou para mim, e então, fez um movimento circular com o dedo. Ele continuou fazendo durante um tempo, até que eu percebi que ele estava sinalizando porque queria que eu me virasse. Reagindo por instinto, eu rapidamente me virei como se estivesse esperando por instinto que algo pulasse pra cima de mim. Não havia nada além da escuridão, obviamente, então eu apenas ri para mim mesmo e voltei para a janela com meus binóculos em mãos, apenas para encontra-la vazia, exceto pela vela se apagando lentamente.


Nisso, eu pulei pra trás e deixei cair os binóculos no chão, o barulho do impacto fazendo com que eu me assustasse ainda mais. "Mas... que... porra...?", pensei, mas logo em seguida, voltei aos meus sentidos e fui de volta para o notebook. Coloquei uma música para me acalmar e naveguei um pouco mais na internet, até que olhei para a hora e vi que já eram quase 4:30 da manhã, e então meu sono começou a vir. Então coloquei meu notebook em cima da cama, e caminhei através de um pequeno corredor que levava direto para o meu banheiro. Eu não havia deixado nenhuma luz ligada, mas quando me aproximei do banheiro, notei uma luz piscando do vão debaixo da porta. Meu corpo congelou. Mesmo que eu tivesse deixado a luz do banheiro ligada, uma lâmpada não produzia aquele tipo de iluminação.


Então caminhei lentamente até a porta, respirei fundo e levemente empurrei a porta. Quando entrei, para meu horror, eu encontrei uma vela deixada em cima da pia, revelando uma mensagem rabiscada no espelho: "NUNCA VIRE AS COSTAS PARA MIM".


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Na sua frente

Não olhe para trás!

Não se vire!

Não olhe para cima!


Você já deve ter lido isso várias vezes, certo?


E claro, você virou e não achou nada, certo?


Não significa que não exista nada lá, você só não está vendo.


Na verdade estamos em todos os lugares.


Mas eu sou o pior...


Eu me alimento principalmente do seu medo.


No dia que eu cansar de me alimentar dele, eu vou te buscar.


Não se preocupe quando vai ser, falta pouco.


Nem se preocupe com onde não olhar.


ESTOU NA SUA FRENTE


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Portador do Fim



Em qualquer cidade, em qualquer país, vá a qualquer manicômio ou moradia de reintegração social que você pode visitar. Quando você chegar à recepção, peça para visitar alguém que se autointitula “O Portador do Fim". Com uma expressão de criança, o receio vem sobre o rosto dos trabalhadores, você será levado para uma cela no prédio. Ele estará em uma seção oculta e profunda do edifício. Tudo o que você vai ouvir, é o som de alguém falando sozinho ecoar pelos corredores. É uma língua que você não vai entender, mas sua alma sentirá um medo indizível.

Se a voz parar em qualquer momento, PARE e DEPRESSA diga em voz alta “Eu estou apenas de passagem, eu desejo conversar." Se você ainda ouvir o silêncio, fuja. Saia, não pare para nada, não vá para casa, não fique em uma pousada, basta manter-se em movimento, e dormir onde seu corpo cair. Você vai saber na parte da manhã se você escapou.

Se a voz na sala retornar depois de pronunciar essas palavras, continue. Ao chegar à cela tudo o que você vai ver é uma sala sem janelas, com uma pessoa no canto, falando uma língua desconhecida, e segurando alguma coisa. A pessoa só irá responder a uma pergunta. “O que acontece quando todos eles se unem?"

A pessoa, então, olhará em seus olhos e responderá a sua pergunta em detalhes horripilantes. Muitos enlouquecem nessa mesma cela, algumas desaparecem logo após a reunião, e alguns apenas nos finais de suas vidas. Mas a maioria faz a pior coisa: olha o objeto nas mãos da pessoa. Você quererá também. Esteja avisado de que se você fizer isso, sua morte será uma crueldade implacável e horrorosa.

A sua morte será naquela sala, pelas mãos dessa pessoa.

Aquele objeto é 1 de 538. Eles nunca deverão se unir. Nunca.

domingo, 22 de setembro de 2013

Sinto muito papai...


Eu era um pai solteiro na época. Minha esposa tinha sido uma louca narcisista que não era capaz de cuidar de si mesma, então o nosso divórcio era mais ou menos uma bênção para mim. Quando nos separamos, eu estava com a custódia de nosso filho, que era minha vida.

Durante nosso casamento, minha esposa reclamou que eu passei muito tempo dando atenção a ele e não ela, que, aparentemente, achava que ela merecia o reconhecimento. Tendo aquela bruxa fora de casa e longe do meu menino teve muitas vantagens, mas também teve alguns inconvenientes. Eu trabalhava o tempo todo, e muitas vezes eu contratava uma babá ou ligava para os meus pais e via se eles poderiam ver o meu filho. Eu costumo tentar chamar meus pais para fazê-lo, mas de vez em quando eu tenho que me contentar com Marcy, a babá que estava sempre disponível em curto prazo. Eu nunca gostei particularmente da Marcy, já que ela sempre foi um pouco irresponsável. Marcy, muitas vezes passou a maior parte do tempo falando no telefone ao invés de prestar atenção no meu filho, e toda vez que ela via meu carro entrando na garagem pegava suas coisas e saia pela porta de trás... Era uma dor. Mas ela era tudo o que estava disponível.

Uma noite, eu entrei na minha casa e eu chamei por ela, mas não houve resposta. Achei que ela devia ter saído pela porta de trás, então eu não dei atenção à sua falta de resposta. Entrei na sala e vi que no topo das minhas escadas estava meu filho, ainda de pijama.

- Hey, jogador! - Eu chamei ele, antes de notar o olhar em seu rosto. - Algo de errado, filho?

- Eu tive um pesadelo, papai. - Ele me disse, antes de descer correndo as escadas para me abraçar. - Foi tão assustador.

- O que aconteceu nele? - Eu perguntei e ele me abraçou mais apertado.

- Eu estava andando pelo corredor quando ouvi Marcy assobiando no andar de baixo. Eu me escondi no escuro no alto da escada onde ela não podia me ver, e eu espionei ela fazendo sua lição de casa na cozinha. Depois de alguns minutos, a porta da despensa atrás dela abriu silenciosamente. Ela estava ouvindo sua música então ela não ouviu. Fora da copa estava um homem monstro nu com minúsculos olhos negros ... - ele estremeceu.

- Vá em frente, meu filho. - Eu disse.

- Bem, o homem-monstro a observou por um longo tempo, e então ele acenou com a mão para o armário na sala de estar. Ele abriu, e outro homem monstro saiu daquela porta. Ela estava focada em sua lição e sua música e estava escuro então ela não o viu também. Os dois homens monstro olharam ela por um tempo antes que o segundo homem monstro acenou para a janela. A cortina foi afastada, e havia outro homem monstro por trás dele. Marcy não o viu. Então, o terceiro homem monstro acenou para a porta do porão, e dois homens monstros saíram. Eu estava tão assustado, papai ... Mas eu tentei ficar quieto e nenhum deles me viu. Todos eles observaram Marcy por alguns minutos antes de um deles atrás dela começar a rugir. Ela não ouviu. Ele resmungou mais alto. Ela fez uma careta e piscou. Eu estava rezando para que ela não se virasse, papai. Mas ela fez. Ela gritava e gritava, chorava e gritava, e todos os homens monstros correram e começaram a atacá-la. Partiram ela em pedaços e comeram tudo ... e quando terminaram, lamberam todo o sangue no chão. Então eles todos acenaram para os outros, e todos eles voltaram para onde estavam antes ... na dispensa, no armário, por trás da cortina, no porão ... e eu só estava no topo das escadas, eu estava tão assustado, papai.



Eu puxei o menino mais perto e ele suavemente começou a chorar. Eu dei-lhe um beijo suave na bochecha, como eu tentei o meu melhor para confortá-lo.

- Então o que aconteceu, filho?

- ... Eu ... eu fui chamar os vizinhos para ajudar. Eu pensei que se eu corresse rápido o suficiente para a porta, eles não iriam me pegar. Eu corri o mais rápido que pude ... mas todos eles saltaram para mim, papai. Eles eram tão assustadores. Agarraram-me e estavam prestes a me comer quando ... quando ... "

- O que aconteceu, filho? Diga!

Ele gaguejou enquanto tentava contar o resto da história.

- Você pode me dizer alguma coisa, filho ... o que aconteceu? - Eu acariciava seu cabelo, quando ele começou a se recompor.

- Eu ... eu ... eu disse-lhes que se eles me deixasse, ir ... Eu iria dar você, quando você chegou em casa, para que eles pudessem levá-lo, papai ... me perdoe.

Tudo ficou em silêncio por um momento. E nesse momento, eu podia ouvir uma série de portas se abrindo em toda a casa. Meu filho enterrou o rosto no meu peito.

"Sinto muito, papai."

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

A Expressão



Em junho de 1972, uma mulher apareceu no hospital CedarSenai, Com nada mais que longas vestes brancas cobertas de sangue. Agora, isso, por si só, não deveria ser tão surpreendente como muitas vezes as pessoas têm acidentes nas proximidades e vão para o hospital mais próximo para atendimento médico. Mas havia duas coisas que causaram as pessoas que a viram Náuseas e Terror.
A primeira é que ela não era exatamente “humana”. Ela parecia algo próximo a um manequim, mas teve a destreza e fluidez de um ser humano normal. Seu rosto, era tão perfeito como um manequim, desprovidos de sobrancelhas e coberto de algo como maquiagem.
Ela tinha grandes presas entre os dentes, as mandíbulas presas tão artificialmente e firmemente em torno, de não poder ser visto o resto dos dentes. O sangue ainda estava esguichando sobre seu vestido e escorria para o chão. Ela, então, puxou o sangue para fora da boca, jogou-o de lado e entrou em colapso.
A partir do momento em que ela atravessou a entrada ela foi levada para um quarto do hospital limpo antes de ser preparada para a sedação, ela estava completamente calma, inexpressiva e imóvel. Os médicos acharam melhor para contê-la esperar até que as autoridades chegassem e ela não protestou. Eles não foram capazes de obter qualquer tipo de resposta dela e a maioria dos membros da equipe se sentia muito desconfortável de olhar diretamente para ela por mais de alguns segundos.
Mas no segundo dia, que equipe tentou sedá-la, ela lutou com força extrema. Dois membros do pessoal tiveram que segurá-la, foi quando seu corpo se levantou na cama com aquela expressão, em branco.
Ela virou os olhos sem emoção para o médico do sexo masculino e fez algo incomum. Ela sorriu.
Quando ela fez, a médica gritou e ficou completamente em choque.
Na boca da mulher não eram dentes humanos, mas longos, com pontas afiadas. Muito longos para a sua boca para fechar completamente sem causar nenhum dano …
O médico olhou para ela por um momento antes de perguntar “Que diabos é você?”
Ela rachou o pescoço até os ombros para observá-lo, ainda sorrindo.
Houve uma longa pausa, a segurança foi alertada e pode ser ouvido vindo pelo corredor.
Quando ela ouviu, ela disparou para a frente, afundando seus dentes na frente da garganta do medico, rasgando a sua jugular e deixando o cair no chão, caiu asfixiado quando se engasgou com seu próprio sangue.
Ela se levantou e se inclinou sobre ele, o rosto chegando perigosamente perto de seu rosto quando a vida desapareceu de seus olhos.
Ela se aproximou e sussurrou em seu ouvido.
“I… am …. God ….”(Eu… sou… Deus…)
Os olhos da equipe cheios de medo que a observava calmamente de pé aguardando a chegada da segurança. Ela iria acabar com cada um deles um por um.
A médica que sobreviveu ao incidente deu a ela o nome de “A expressão”.
Nunca houve um avistamento dela novamente.

sábado, 31 de agosto de 2013

Portadores do Fim

Essa creepy pasta ja é bem conhecida e gostaria de postar para as pessoas que ainda não conhecem os portadores do fim...Aproveitem ^^


Em qualquer cidade de qualquer país, vá para um sanatório ou casa de repouso em que você possa entrar. Quando chegar à recepção, peça para visitar uma pessoa que se auto denomina "O Portador do Fim".

Uma sombra de medo infantil passará pelo rosto do funcionário, e então você será levado a uma cela no prédio. Ela estará em uma parte bem escondida do lugar. Tudo que você ouvirá é o som de alguém falando consigo mesmo ecoar pelos corredores, enquanto anda. E será em uma língua que você não entende, mas que o deixará sentindo um medo inexplicável.

A conversa pode parar a qualquer momento. Quando isso acontecer, PARE e IMEDIATAMENTE diga em voz alta "Só estou de passagem, desejo conversar.".

Se não houver resposta, fuja. Saia, e não pare para nada. Não vá para sua casa, não fique em um hotel, apenas continue andando, e durma aonde quer que seu corpo caia. Você saberá pela manhã se escapou.
Se a voz no corredor continuar depois que você pronunciar aquelas palavras, continue. Ao chegar na cela, tudo que você verá é uma sala sem janelas, com uma pessoa em um dos cantos, falando uma língua desconhecida, e carregando alguma coisa. Essa pessoa só responderá à uma pergunta: "O que acontece quando todos se juntam?"

A pessoa então olhará nos seus olhos e responderá à sua pergunta em detalhes horrendos. Muitos ficaram loucos nesta cela, outros desapareceram após este encontro, e poucos encerraram suas vidas.

Mas a maioria faz a pior coisa, que é olhar para o objeto que a pessoa carrega. Você vai querer fazer isso também. Mas que fique avisado, se você o fizer, sua morte será cheia de crueldade e horrores inexoráveis.

Sua morte estará naquela sala, nas mãos daquela pessoa.

Esse objeto é o 1º de 538. Eles nunca devem se juntar. Nunca.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

A Mulher do Apartamento



Estava procurando um apartamento para comprar, fui em varios porém nada estava ao meu alcance. Derrepente foi me oferecido um apartamento que estava bem abaixo do preço, resolvi dar uma olhada, porém o corretor disse que não poderia ir comigo e me deu as chaves e o endereço para que eu mesmo fosse ver.
Era uma quarta feira pela manhã quando fui visitar este apartamento, estava um dia cinzento, nunca me esqueço disso, quando cheguei na portaria o meu corretor ja ha via avisado que eu estava indo, sendo assim não tive problemas para entrar, mas percebi o olhar estranho do porteiro quando eu disse quem era e o que iria fazer.
De qualquer forma cheguei ao apartamento, assim que abri a porta senti um perfume muito forte de flores, como se alguem tivesse acabado de sair dali, pensei até mesmo que alguem o tivesse visitado antes de mim, encostei a porta e fui fazeer a vistoria, logo de cara gostei muito do apartamento, mas estranhamente o achei muito frio, qual não foi a minha surpresa quando adentrei o quarto principal e dei de cara com uma mulher loira de cabelos ate a metade das costas, pentiando o seu cabelo em frente a um grande espelho que havia no quarto, afinal o apartamento aina possuia algumas mobilias que o dono anterior havia deixado, perguntei a ela o que fazia ali, e ela com toda educação disse que morava ali, eu retruquei, não podia ser, afinal o apartamento estava a venda, ela insistiu que havia algum engano, pois não podia estar a venda se ela morava ali, ao que eu respondi: – Como você poe morar aqui e eu estar em posse das chaves do seu apartamento??? Ela disse que também não entendia o que estava acontencendo. Resolvi ir a portaria e verficar o que estava ocorrendo.
Expliquei o caso ao porteiro o que me afirmou que era impossivel ter acontecido pois faziam exatamente três meses que este apartamento estava vazio, não havia outra chave, e não havia outras visitas. Resolvemos subir juntos para verificar. Quando entrei na companhia do porteiro percebi que já não havia mais o cheiro daquele perfume de flores, entramos no quarto e o mesmo se encontrava completamente vazio, fiquei completamente intrigado com esta história, pois sabia que não estava louco, diante da minha curiosidade resolvi fazer um contrato de aluguel, e fui morar no apartamento, durante uma semana, tudo ocorreu normalmente, até que na segunda semana ao chegar do serviço, abrindo a porta senti novamente aquele perfume de flores, e percebi que não estava sozinho, fui direto ao quarto e novamente me deparei com aquela loira de cabelos frio e longos, e ela continuava a pentiar os seus cabelos, peguntei a ela o que ela fazia ali, e se lembrava de mim, ela respondeu que sim, que eu tentava comprar o apartamento dela, eu disse que não só tentava mas que eu já morava ali a quase duas semanas, foi quando ela disse que me entendia e que eu poderia continuar morando ali, mas que teria que dividir o apartamento com ela, foi quando me aproximei e toquei em seu braço, e senti o quanto ela era gelada, foi ai que entendi que não passava de um fantasma, me subiu um calafrio que tomou conta de todo o meu corpo, sai de lá e nunca mais voltei, cancelei o contrato e tive que pagar uma multa por isso, mas estava decidido a nunca mais voltar aquele lugar. Dias depois já morando em outro local, entrei em contato com o meu corretor para saber se o apartamento já havia sido alugado, ele me contou que alugou para um casal mas que também só ficaram por lá três dias, então entendi que ninguém mais poderia ocupar aquele local….

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Crianças no Colchão




No ano de 1953 na cidade de Málaga, na Espanha, o casal Andrés e Catalina Hortega passou por uma situação um tanto bizarra e sinistra. Tudo começou quando Catalina passou a ouvir barulho durante à noite, como se tivesse uma criança no quarto. 

De princípio, a mulher não disse nada a ninguém, só achava estranho ou só achava que era um sonho mesmo. Por semanas ela acordava com um som de uma criança durante a noite, mas ignorava e voltava a dormir. Certo dia, ele resolveu contar a história para o marido, e esse ao ouvir, concordou com a mulher de que se tratava apenas de um sonho. 

Certa noite, Catalina acordou de forma diferente, ela não simplesmente despertou como nas outras noites, mas sim por uma mão de alguém balançado seu cotovelo, ela percebeu que era seu marido e esse perguntava se ela ouviu a criança. Na hora a mulher não entendeu o que estava acontecendo e do que seu marido estava falando, porém logo lembrou-se da criança que ouvia. O marido a dizia que tinha ouvido a criança chorar. A mulher pensou que o marido havia tido um pesadelo, pois ela tinha contado o fato à seu marido.

No dia seguinte, os dois conversaram sobre o assunto e concluíram que Andrés apenas teve um pesadelo devido à sua mulher ter-lhe contado sobre ouvir um som de uma criança à noite. No entanto, na mesma noite, eles perceberam que isso ia além de um pesadelo.

Naquela noite, o casal despertou assustado, por sentirem impactos vindos de debaixo do colchão. Eles se levantaram e olharam embaixo da cama, mas não tinha nada, então logo perceberam que não era debaixo, mas sim dentro do colchão. Podiam ver batidas de algo que queria sair dali. Depois de conversarem, presenciando aquela bizarra cena, o homem decidiu cortar o colchão, mesmo com a mulher assustada. A grande surpresa dos dois foi que quando se abriu o colchão, notou-se um saco preto bem fechado, que quando aberto mostrava o cadáver de uma pequena criança.

Quando a notícia se espalhou, logo apareceram casos similares e a polícia foi até o fabricante. Uma pequena empresa chamada Colchones Ros. O dono da empresa foi preso e após grande pressão da polícia, terminou por falar algo chocante. Segundo o dono, as crianças eram uma oferenda em troca de poder e também revelou que ele não era o primeiro e nem o último a fazer isso.

Ao longo de décadas, caso semelhantes foram acontecendo. Alguns só ouviam o choro de criança, outros só ouviam o barulho no quarto, enquanto alguns relatam terem tido a mesma experiencia do casal, descobrindo um cadáver no colchão.

Já pensou o que tem no seu colchão ?....


Até amanha pessoal, bons pesadelos =)

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Reflexos


Você sabe quem eu sou. Não finja o contrário. Você me ignora e isso está me irritando. Eu te vejo todos os dias, desde quando você nasceu, porém você não sabe disso. Eu realmente queria conversar com você mas porque você não vem quando eu te chamo? Tento te convencer a vir usando as vozes de pessoas que você conhece mas você é esperto, não cai nessa. O máximo que faz é perguntar se alguém te chamou. Você ainda não sabe do que eu estou falando? Sabe quando você ouve alguém te chamar mas quando vê é só impressão? Era eu quem te chamava para me fazer companhia mas você era esperto e não ia. Ainda não sabe quem eu sou? Eu sou você. Eu sou seu reflexo. Por que não quis vir quando eu te chamei para trocar de lugar comigo no espelho?



domingo, 25 de agosto de 2013

Tenebrosa tempestade noturna


Era uma noite chuvosa quando um pai e sua filha voltavam do hospital onde ficaram o dia inteira na espera que a esposa e mãe estava internada. Uma grave doença desconhecida consumia sua vida e os médicos não sabiam o que fazer.

Como o hospital era longe, eles tinham que cruzar uma longa estrada escura que cortava um grande bosque. O som da chuva batendo no teto do carro , fazia um barulho relaxante e a garota começou a cochilar.

Repentinamente um grande estrondo fez-se ouvir. O trovão veio forte e um relâmpago iluminou a noite. O pai segurou firme o volante e o carro derrapou na estrada molhando até bater em um barranco.

Após verificar se sua filha não estava machucada o homem decidiu sair do carro para ver os estragos que o veículo havia sofrido. Os dois pneus dianteiros estavam furados e uma das rodas amassada.

- Parece que passamos por cima de algo grande na estada. – disse o homem.

A filha, debruçada na janela, perguntou receosa:

- Mas você pode consertar pai?

- Não – disse o homem balançando a cabeça. – Eu só tenho um estepe e vou ter que voltar a pé até a cidade para encontrar alguém que possa nos rebocar, não é longe daqui. Você pode esperar no carro até eu voltar.

- Tudo bem. – disse ela . – Mas não demore muito tempo.

O pai percebeu o medo nos olhos de sua filha e afirmou que iria o mais rápido possível.

A filha olhou pelo vidro de trás até ver o pai desaparecer , andando pela estrada no meio da noite.

Havia passado mais de uma hora e o homem ainda não tinha retornado. A garota começou a ficar preocupada, qual seria o motivo de tanta demora? Será que seu pai não havia encontrando nenhum reboque? O medo de ficar naquela estrada escura aumentava cada vez mais até que ela viu um vulto ao longe, vindo pela estrada.

Inicialmente ela ficou alegre, pois pensou que fosse seu pai, porém a alegria inicial foi virando medo quando ela pode perceber que era um homem estranho que vinha andando pela estrada. Agora, mais perto e iluminado pelos eventuais relâmpagos podia ver que se tratava de um homem alto, vestindo macacão e com uma barba em torno do rosto. Notou que algo grande estava sendo carregado em sua mão esquerda.

A garota começou a ficar nervosa e rapidamente trancou todas as portas do carro, após fazer isto e se sentir mais segura olhou para fora: o homem havia parado e olhava fixamente para ela a uma distância alguns metros.

De repente ele levantou o braço e a menina soltou um grito horripilante. Seu corpo todo tremia, as lágrimas invadiram seus olhos e apavorada viu que na mão esquerda o homem segurava a cabeça decepada de seu pai.

Seu coração batia aceleradamente e ela gritava sem parar. A expressão grotesca deu seu pai era horrível. A boca estava entreaberta com a língua de fora e os olhos estavam todos brancos.

Do lado de fora, colado em sua janela o homem olhava com raiva para ela. Seus olhos estavam injetados de sangue e seu rosto era coberto de cicatrizes. . Por um breve momento ele ficou sorrindo para ela como se fosse um louco, então lentamente ele colocou a mão no bolso e tirou algo e agitou para que ela visse.

Na sua mão estava as chaves do carro do seu pai...


O diario de um investigador

22 de janeiro de 2010
 
Imaginando o dia de amanhã deitei na minha cama e comecei a pensar, porque historias de terror são contadas em primeira pessoa? Seria a perspectiva, a tentativa? Ou só era tudo verdade? Será que as historias são reais?! Obviamente como um bom investigador tenho que ir a fundo nessa missão...

23 de janeiro de 2010

Hoje o dia foi im pouco mais dificil do que costumava ser antigamente, os risos ecoavam na minha mente, os deboches... que mente louca imaginaria que as historias de terror são reais? Eu eu posso até estar ficando louco, mas todas as historias de Allan poe possuem um pé na realidade, vou continuar minha investigação...

25 de janeiro de 2010

Depois de alguns dias de investigação descobri algo que eu não deveria... muitos dos casos de mortes de investigadores eram misteriosas, não intendo o vinculo que isso pode ter com a minha tese, mas isso me assusta...

26 de janeiro de 2010

Alguem pode estar querendo brincar comigo, mas não tenho provas, hoje tive acesso a um diário de Allan Poe, ele citava o nome de muitos investigadores mortos e todos tinham sido assassinados, o mais esquisito é que nenhum tinha sobrenome e o pior, nem todos eram ingleses...
Alguns deles
Cristie - estrupada e desmembrada ainda viva
Ronald - encontrado pendurado pelo pescoço sem os dois braços
Edigar - encontrado ainda vivo, com o pênis decepado e o couro cabeludo arrancado, marcas de unha no corpo e suas ultimas palavras foram: não investiguem...

1 de fevereiro de 2010

Me envolvi de mais com os casos e não tenho tido tempo de escrever, recentemente tive acesso aos diários dos investigadores assassinados, e vi que todos pesquisavam a mesma coisa, a relação da historia de terror com a realidade...

2 de fevereiro de 2010

Quanto mais perto chego da verdade mais me sinto perto da morte, estou sendo observado por alguém, que estranho, que sinistro... minha garganta está seca e eu não consigo pensar, não estou nem escrevendo direito... vou dormir...

4 de fevereiro de 2010

Hoje o dia foi sinistro, eu estava a um passo de concluir a pesquisa, revendo os meu arquivos vi um papel velho com uma escrita rabiscada que dizia: "Nunca olhe para traz..." imagine o meu semblante ao ver aquilo, meus pensamentos voaram para as nuvens, mas acho que estou descobrindo o porque que as historias são contadas em primeira pessoa!

5 de fevereiro de 2010

O sol já se pôs e o meu sono não vem, que esquisito pensar nas coisas, mais uma folha me apareceu hoje dizendo: "Não ha escapatória..." mas do que exatamente estou fugindo, qual a minha situação? Como eu poderia pensar em alguma coisa enquanto um trauma tenta penetrar na minha mente? Não sei se devo continuar...

6 de fevereiro de 2010

Não da mais, não consigo parar, quero saber, mas não sei o que fazer... hoje tive acesso a um diário de um dos mortos e na ultima pagina dizia: "Não investiguem, não é humano..." o que eu faço?

7 de fevereiro de 2010

Eu vi, juro que vi... estou sendo perseguido, eu agora sei o que matou todos... meu coração... estou cagado de tanto medo... perdi até o meu respeito... quanto medo me assombra, cadê a paz que eu tinha no começo do ano?

8 de fevereiro de 2010

Decidi... vou enfrentar, vou em frente... desculpem por não deixar um testamento... só deixo uma ultima coisa escrita para quem possuir este diário um dia... uma frase pirata que se encaixa perfeitamente aqui: Homens mortos não contam histórias...

9 de fevereiro de 2010

NÃO INVESTIGUEM SOBRE ISSO!! NUNCA

O que aconteceu?


"O que está acontecendo comigo? Foi tão impossível não sentir medo, o que era aquilo? Por que aquilo estava acontecendo?? O que era aquilo? Aquele semblante? O medo impregnava na minha mente, a minha história não era muito bem contada, o que passei aqui? O que vivi aqui? Como eu posso escrever com tantas perguntas na minha mente, meu suor frii corria pelas minhas costas, comprimindo o.meu corpo contra o sofá... só me lembro de um olhar, o ambiente fedia a morte e o medo me desacordou! Acordei um tempo depois e ao olhar em volta me vi longe de casa, aqule não era um lugar conhecido, me pergunto se o inferno era parecido com aquilo, o calor cozinhava o meu cérebro e o ar oprimia minha respiração, eu esta pendurado de ponta cabeça como um pendulo, o chero de morte era pior o que eu senti em casa, e eu me perguntava sempre qual tinha sido meu pecado, sempre me disseram que dependendo do meu pecado eu iria para o inferno, ahh o medo, me tornou fragil, e de repente a alma desse escritor encontrou a morte! Crânios e ossos espalhados por todo lado e à minha direita o fogo de um altar me chamou a ateção, velas espalhadas de diversas cores me chamavam a atenção, qual era o problema daquele lugar?! Eu começo a suar só de pensar, um terremoto sem explicação começou a acontecer e vozes começaram a sussurrar um murmuro em línguas, aonde eu estava? Uma voz grave e o mesmo semblante que apareceu na minha casa apareceu para mim em uma núvem e gritando um forte "NÃO" me fez desmaiar de novo, acordei no meu quarto, com coração a mil, assustado, com uma adrenalina extremamente alta, corri e gritei, cheguei aqui no meu escritorio e comecei a escrever... neste momento são 3h da manhã, e estou com medo, alguem pode vir me buscar ainda, o que foi isso um barulho? Escuto passos... meu Deus me ajude!! Nãaaaaonxbhdekxnieiossnzhxhcixo#,4;/&8:-0